quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Deus e Você




Só "Deus" pode criar 
mas você pode valorizar o que Ele criou. 
Só "Deus" pode dar a vida 
mas você pode transmiti-la e respeitá-la. 
Só "Deus" pode dar a saúde 
mas você pode orientar e guiar. 
Só "Deus" pode dar a fé 
mas você pode dar o seu testemunho. 
Só "Deus" pode infundir esperança 
mas você pode restituir a confiança ao irmão. 
Só "Deus" pode dar o amor 
mas você pode ensinar o seu irmão a amar. 
Só "Deus" pode dar a paz 
mas você pode semear a união. 
Só "Deus" pode dar a alegria 
mas você pode sorrir a todos. 
Só "Deus" pode dar a força 
mas você pode apoiar quem desanimou. 
Só "Deus" é o caminho 
mas você pode indicá-lo aos outros. 
Só "Deus" é a luz 
mas você pode fazê-la brilhar 
aos olhos dos seus irmãos. 
Só "Deus" é a vida 
mas você pode restituir aos outros 
o desejo de viver. 
Só "Deus" pode fazer milagres 
mas você pode ser aquele que trouxe 
os cinco pães e os dois peixes. 
Só "Deus" pode fazer o que parece impossível 
mas você pode fazer o possível. 
Só "Deus" se basta a si mesmo 
mas ele preferiu contar com você. 
Autor: Desconhecido 




quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A importância da vontade e da decisão


Para imprimir e pintar

Tenho observado, com certa tristeza e preocupação, tanto os prejuízos causados na vida dos seres que não aprenderam a cultivar a força de vontade e a decisão, ou muito menos conseguiram estabelecer metas que exigem tais virtudes para que possam ser concretizadas. Entre elas a necessidade de se livrar dos vicios que os matam.

Quem assim está (de) formado só faz o indispensável. Não possui capacidade de iniciativa e empreendimento. Contenta-se com as coisas fáceis. Adia sempre seus compromissos e parece cumprir a todos eles somente por obrigação ou necessidade e desconhecem a alegria de realizar algo movido por estímulos internos.

Falta-lhes a Vontade, essa força que arregimenta as energias humanas e a inteligência para a realização dos propósitos estabelecidos e que sem a mesma em dose suficiente, torna os indivíduos fracos e sem recursos para enfrentar as vicissitudes da vida.

Assim chegam a certa idade sem saber o que querem. Não descobrem sua vocação. Não sabem por que estudam ou trabalham e, quando o fazem, isso representa mais um peso do que uma realização. Perdem o sentido da vida. Assusto-me quando mães reclamam de filhos adultos ou ainda no final da adolescência e que só se interessam pelo computador, ou quando esposas reclamam de maridos que querem saber apenas do videogame (dos filhos)!

Como combater esse estado de coisas?

Penso que, cultivando desde a infância a força da vontade e da decisão pelo exercício de enfrentar dificuldades e obrigações.

 Não há que se superproteger os filhos, retirando-lhes todas as pedras do caminho com base no pensamento de que “eu não quero que meus filhos passem o que eu passei”.

Há sim que haver progressos materiais e tecnológicos de uma geração para a outra, mas não sem mostrar que os bens dos quais se desfruta não caem do céu, sejam eles de valor material ou imaterial.

Uma vontade fortalecida carrega pela mão a decisão que fortalece o temperamento, sustenta o ânimo nos momentos difíceis, ensina a não postergar responsabilidades e a não deixar para amanhã o que pode ser feito hoje, levando a uma sobra de tempo para amanhã fazer outras coisas.

Pensando no fim de ano que já se vislumbra, responda: Seu poder de decisão tem lhe permitido cumprir aquilo que sua vontade determinou como meta para 2010?

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Junto minha mão à sua para juntos mudar aquilo que sozinho não consigo...

Eu não posso acabar com todos os seus problemas, dúvidas ou medos,mas eu posso ouvir você e juntos podemos procurar soluções.

Eu não posso apagar as mágoas e as dores do seu passado nem posso decidir qual será o seu futuro, mas no presente eu posso estar com você se precisar de mim.

Eu não posso impedir que você leve tombos, mas posso oferecer minha mão para você agarrar e levantar se. Suas alegrias, triunfos, sucessos e felicidades não me pertencem,
mas seus risos e sorrisos fazem parte dos meus maiores bens.





Não é de minha alçada tomar decisões por você, nem posso julgar as decisões que você toma, mas eu posso apoiar, encorajar e ajudar se me pedir.

Eu não posso traçar ou impor lhe limites, mas posso apontar lhe caminhos alternativos, procurar com você medidas de crescimento, formas de encontrar se, meios de ser você mesmo sem medo da rejeição.

Eu não posso salvar o seu coração de ser partido pela dor, pela mágoa, perda ou tristeza, mas posso chorar com você e ajudá lo a juntar os pedaços.

Eu não posso dizer quem você é ou como deveria ser:

Eu só posso amar você e ser seu Amigo!

domingo, 14 de novembro de 2010

A maldição contra juventude - crack -

Atualmente, o Brasil consome 6,5% de todas as drogas ilícitas do mundo, estimando-se que só de cocaína são comercializadas 40 toneladas, o que vem refletir no comportamento de uma juventude que está sem amparo pelo Estado.  O mercado de entorpecentes movimenta na casa do bilhão de reais no Brasil, que serve de sustentação para movimentar atividades lícitas no mercado financeiro. Conforme alguns levantamentos preliminares do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Necvu/UFRJ), quase 30% do valor arrecadado com o tráfico de drogas vão para compra de armamento e munição. Por ser altamente rentável, se transformou num negócio ágil, moderno e extremamente profissionalizado. Meros traficantes de favela não são donos desse grande aparato, mas apenas a ponta do iceberg. São controlados por grandes agenciadores que estimulam os guetos urbanos para servirem como ponte para a manutenção dessas atividades. Envolvem alguns agentes de segurança do Estado e alguns políticos que estão a serviços como protetores dessa rede.

A cada ano que passa, o consumo da cocaína e do crack vem tomando proporções devastadoras na sociedade brasileira, principalmente nos grandes centros urbanos. O que temos hoje é um consumo excessivo da pedra de crack por todas as classes. O crack vem substituindo a cocaína nas mãos dos traficantes, levando um exército de pessoas cada vez mais colocar combustão na pedra nos cachimbos feitos com lata de refrigerante e cerveja. Um velho ditado popular coloca: onde há fumaça há fogo, e essa fumaça é o caminho para a morte pelo fogo cruzado entre o traficante e o consumidor. Cada dez pessoas que experimentam o crack oito se tornam dependentes. Nas cidades brasileiras de médio e grande porte, o crack já está entre as drogas mais comercializadas. O consumidor-alvo dessa droga está entre pessoas de 19 a 26 anos de idade. Vivemos uma epidemia de consumo de crack, servindo como estimulo para a violência. Podemos chamar de inseticida da juventude moderna brasileira, pois seu consumidor é rapidamente exterminado.


A rede de saúde pública não está preparada para atender ao aumento avassalador dessa droga, que vem causando estragos sociais de grande proporção. Não temos dados concretos sobre a causa morte do usuário nos hospitais. Grande parte dos que morrem como usuário de drogas tem no seu prontuário morte por problema cárdio-respiratório, pneumonia ou outras causas clínicas. Os próprios Institutos Médicos Legais de todo o país tem dificuldade de fazer anotações em seus sistemas quando a causa morte é droga. Sem uma estatística completa sobre a situação, será difícil realizar qualquer programa de prevenção que esteja enquadrado com uma política pública adequada para combater o problema. Fazer somente campanhas, podemos dizer que vem de políticas das ditaduras, pois não surtem efeito por si só.

O que ajuda amenizar a situação atual é um programa de redução de danos e uma boa formação de recursos humanos para o setor que trabalha com o problema das drogas. O grande entrave é que não temos nenhum aporte significativo de recursos públicos para esse setor. O que existe são pessoas bem intencionadas que formam as Organizações Não-Governamentais, que com muitos esforços lutam para ajudar usuários de drogas. O problema do consumo do crack não é um caso de polícia, e sim de assistência social, saúde e educação. Tratar a questão do consumo de drogas com repressão não resolverá a situação presente. Seja qual forma for: colocar polícias nas ruas, comprar viaturas, organizar batalhões de choque para batidas corriqueiras não resolverá a situação da violência fomentada pelo consumo de crack. A situação é muito mais séria do que imaginamos, e a sociedade vem percebendo a conta-gotas essa situação. 

Hoje, infelizmente não temos nenhuma política social pública de prevenção contra a droga e de apoio ao usuário e tratamento. A juventude se sente órfão e a maldição da pedra inseticida passa ao seu lado dia a dia.